Pegando no pé

19/06/2011 15:40

Sou um cara muito discreto, bonito, muito alto, moreno com olhos e cabelos castanhos. A empresa em que trabalho resolveu montar um grupo de caminhada e corrida e eu me inscrevi para dar uma socializada e voltar a velha forma. Esse grupo se reunia duas vezes por semana, com o instrutor dando umas orientações. Reparei que entre as pessoas que faziam parte, tinha um cara que conhecia de oi e tchau na empresa, mas que eu nunca tinha prestado realmente atenção. O nome dele era A, um moreno alto, tipo 1,90m, da minha altura, malhado natural, não desses de academia e com jeito de machão que era irresistível.

Bom, sempre que terminávamos de correr, sentávamos em círculo e fazíamos alguns alongamentos. No final ficávamos um pouco de bobeira conversando, depois tomávamos alguma coisa e íamos embora. Nessas ocasiões, enquanto nos alongávamos, eu aproveitava e ficava observando discretamente o A. Ficava olhando o que o short dele revelava. Quase sempre era pouco, um pouco da cueca e uns pelinhos aqui e outros ali. O suficiente para tocar uma depois.

Mas, nessas, um dia ele estava com uma cueca um pouco mais larga e vislumbrei um pouco do seu saco. Nossa! Vi estrelas. Ele reparou e me deu aquela encarada, mas não disse nada. Eu fiquei na boa e resolvi parar com aquilo, pois, afinal, éramos todos da mesma empresa.

Nesse dia, fomos tomar uma bebida no caminho e alguém perguntou se a gente estava afim de pegar um cinema mais tarde. Alguns toparam, mas eu não poderia ir porque estava sem carro naquele dia. Ele então disse: "blz, então a gente se vê depois". Preparei-me para pegar minhas coisas e ir. Seguimos uma parte do caminho juntos e ele disse: "quer uma carona até o metrô?" Eu aceitei, pois não estava afim de encarar ônibus depois de ter corrido tanto. No caminho fomos conversando amenidades e ele fala: "vamos ao cinema com a gente véio. Cê passa lá em casa, toma um banho e a gente vai de lá". Eu, sem imaginar nada demais, pensei um pouco e aceitei. Já tinha me resolvido a ficar na minha e não arrumar confusão.

Chegando a casa dele, ele pediu pra eu ficar a vontade e me ofereceu uma cerveja. Sentamos na sala, eu em uma poltrona e ele no sofá. Pra variar, ele abriu bem as pernas e eu, que não sou bobo, aproveitei para dar mais uma espiadinha super discreta. Quando dou por mim ele fala "Tá aparecendo alguma coisa?" Eu, pego de surpresa, me fiz de desentendido... Ele: "é que vi você olhando e hoje tô com uma cueca velha, meio larga... achei que o bicho tava escapando.. ehehehe".

Eu ri meio sem graça e disse que nem tinha reparado... Ele aproveitou pra dar uma coçada no saco e mais um gole na cerveja. Depois abriu mais as pernas, olhou pra baixo e disse: "porra essa cueca dá pra ver tudo... não sei onde tava com a cabeça pra vestir esse trapo. Mas também não achei outra na pressa." Eu falei: "é tem dias que é assim mesmo ehehehe"... Ele: "É. Olha só". E tirou o saco todo pra fora... eu gelei! Minhas pernas ficaram tremendo... Ele sem se importar como se fizesse isso sempre. "Mas ainda bem que tá calor, assim dá uma arejada....rs".

Nisso ele tirou os tênis e na hora aquele cheiro de macho invadiu o ar, quase me sufocando. Fui ficando meio zonzo... o cheio de suor, o cheiro dos pés dele, aquela cueca reveladora, aquele saco pra fora. Continuamos bebendo mais um pouco e falando amenidades, sobre o grupo, gente que a gente conhecia etc...

Ele então colocou um dos pés sobre o sofá, abrindo toda a visão da área... Eu já começava a ficar sem graça com aquele saco pra fora. Ele então falou: "tá calor pra caralho... tô precisando ventilar mais".

E tirou o pau mole pela beirada do short também, laceando de vez a cueca e rindo como se fosse divertido aquilo tudo. Eu, nem preciso falar, quase vi o coração sair pela boca. Ele percebeu que fiquei sem jeito. Mas, como tava me provocando na cara dura, disse baixinho: "gosta?"

Eu ainda achando que dava pra disfarçar e salvar alguma coisa da minha imagem de hétero, disse: "que?"

Ele então falou num tom de voz meio baixinho: "Já peguei você olhando várias vezes cara... Sem problema, só tá a gente a aqui."

Eu engasguei um pouco, pego assim de sopetão... Ele então deu uma alisada no pau que tava pendurado e disse: "você não curte?"

Bom, aí a guerra já tava perdida mesmo, e eu só acenei com a cabeça um sim tímido.
Sentei do lado dele no sofá e ele me deu aquela encarada que me derreteu todo. Aquele macho com aquele cheiro gostoso, molhado de suor. Aquilo tudo me deixou louco. Ele pegou minha mão e pôs sobre o pau dele que já tava ficando meia bomba. Fui à loucura. Segurei forte e comecei a massagear aquele cacetão. O bicho foi crescendo na minha mão. Era grande e grosso e tinha uma cabeça enorme. Não tava agüentando mais de tesão. Quando ouvi um suspiro abafado dele e uma ordem: "mama esse caralho, vai". Cai de boca na hora. Nossa, que caralho. Eu engolia tudo. E passava a língua na cabeça. Ia saindo aquela baba deliciosa que eu adoro chupar. Fiquei chupando uns dez minutos. Nisso ele queria tirar o short, mas eu segurei a mão dele. Falei: mew, fica assim cara. Você tá um tesão desse jeito.

Ele ficou quieto, se contentando em tirar a camisa. Depois foi tirando a minha camiseta também. Foi passando a mão pelas minhas costas até enfiar dentro do meu shorts. Nossa e que mão. Uma mão de macho, grande, com uns dedos grossos que me arrepiavam inteiro. Quando a mão dele estava bem na minha bunda ele foi cutucando meu cuzinho e eu sem parar de chupar. Nossa... ora ele passava a mão na minha bunda, ora ele tentava enfiar o dedo indicador no meu reguinho. Mas tava tão fechado que ele não conseguia. Até que uma hora ele chupou o próprio dedo para lubrificar e conseguiu me penetrar. Me dedando e eu com aquele cacetão na boca. Ficamos nisso um tempo e eu resolvi apertar o foda-se. Fui me virando devagar, me desvencilhando da mão dele e fiquei bem de frente sugando aquela vara. Por um tempo a gente ficou se olhando enquanto eu engolia o caralho dele. Fui aos poucos descendo lambendo aquelas pernas grossas e peludas até chegar nos pés... e que pés! Ele não tinha chulé, usava talco.... eu não agüentei e comecei a chupar aquele pezão 43. Com meia e tudo!

Aí tirei as meias e comecei a chupar o dedão... nossa... nem acreditei que estava chupando aquele macho delicioso dos pés as cabeça... literalmente. Ele me olhava nem acreditando, mas com uma puta cara de safado. Enquanto eu chupava aquele pé delicioso ele ia socando uma, gemendo. Até que não agüentou mais e pediu: "libera esse buraquinho pra mim vai...

Eu olhei o tamanho do desafio e pensei: seja o que Deus quiser!

E falei: vamos lá.

Ele ficou louco! Tirou o pé da mina boca, me puxou, me colocou de quatro no sofá e baixou meu shorts. Nossa. Que pegada de macho. Nem titubeou. E enfiou a língua no meu rabinho. Quase gozei sem tocar no pau. Arreganhei-me inteiro para sentir cada pedacinho daquela língua. Ele, muito experiente foi enfiando um dedo enquanto me chupava. Fui me sentindo mais a vontade e me arreganhado cada vez mais. A vontade de dar pra ele tava me matando.

Quando ele enfiou dois dedos comecei a rebolar que nem uma vadia, ele reparou e disse: "calma sua puta... Já já vamos encher esse buraquinho..."

Ele estava me deixando louco. Meu rosto pingava de suor, minhas pernas tremiam, meu coração ia a mil. Ele enfiou um terceiro dedo e eu já tava todo entregue, louco, desvairado. Ele falou para eu esperar um pouco e foi no quarto buscar camisinha e lubrificante. Nesses cinco segundos agarrei a meia que tinha deixado no chão e fiquei cheirando. Que cheiro de macho mais maravilhoso. Ele voltou e me pegou no flagra.

- Gosta do meu cheiro né, seu safado? Então vou esfregar ele em você..."

Quando vi ele ali em pé de shorts, com o pau duro pra fora, voltei pra minha posição de quatro em cima do sofá na hora, com os braços em cima do encosto, só que desta vez segurando a meia... não agüentei e pedi: me arromba cara...

Nisso senti a cabeçona cutucar meu cu, fui à loucura, segurei as bandas da minha bunda e arregacei para facilitar pra ele, queria aquele macho todo dentro de mim. Ele começou a forçar aquela rola e, como eu tava com muito tesão, foi entrando com dificuldade, mas depois que a cabeça passou, o pau entrou quase todo de uma vez.

Senti uma dor louca e pus a meia na boca para não gritar. Fiz um sinal com a mão para ele esperar um pouco. Ele ficou parado esperando eu me acostumar com aquela rola. Enquanto isso me puxou pra junto dele. Nossa. Sentir aquele macho quente, suado, me segurando com o pau enterrado em mim foi tudo! Ele, muito safado, começou a passar a língua no meu pescoço e meu corpo arrepiou inteiro. Nunca senti tanto tesão na vida. A dor passou e eu comecei a me mexer.

Ele percebendo começou com um vai e vem mais calmo e foi acelerando aos poucos, quando vi ele tava socando fundo, tirando quase o pau todo e enfiando com força de novo, ele falava: "vou te arregaçar inteiro, sente seu macho".

E eu fiquei taradíssimo e comecei a empinar minha bunda pra trás para ele meter com tudo. Ficamos nessa cavalgada uns 20 minutos, mudamos um pouco de lado ele também ficou em cima do sofá. Eu aproveitei para deitar minha cabeça e continuar com aquela piroca deliciosa no rabo... Uma hora ele colocou uma perna pra frente enquanto continuava socando, quando vi aquele pezão dando sopa perto da minha cara, não tive dúvida: abocanhei e fiquei chupando enquanto sentia a rola no meu rabo. Que demais! Ficamos nessa até ele anunciar que ia gozar, nem consegui agüentar e gozei na mesma hora encharcando o sofá e ele logo em seguida com um urro gozou dentro do meu rabo. Ele tirou o pau e disse: "caralho! Mew, o seu foi o melhor cu que já comi em toda minha vida... virei freguês! eheeheehhe!"

Ri também, exausto... Bom, ai ele me convidou pra tomar banho e então...

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